AVALIAÇÃO
 
 
Ao longo de toda a nossa vida, aprendemos desde cedo a gostar e desejar as coisas novas e atuais. Isso sempre ocorreu no decorrer da evolução de nossa civilização. A geração de 50 anos para cá foi mergulhada em descobertas eletrônicas.

Em cada lar havia a corrida de trabalhar e economizar mais para adquirir um produto. Aprendemos desde cedo que, para ser alguém de posses, ou seja, com condições de realizar o sonho da casa própria e de vestir bem, é preciso estudar muito, escolher uma profissão e nos atualizar nela, sacrificando horas de trabalho e tendo poucas horas de sono. Isso nos garante, no fim do mês, receber o salário tão almejado para proporcionar à família uma vida regalada, com possibilidade de comer, vestir e arrumar a casa com as novidades do mercado.

Essa tem sido a orientação que recebemos sempre de nossos pais, professores e patrões. Hoje o consumo é muito intenso; troca-se de carro a cada ano, variedades de jogos são lançadas em curtíssimos períodos, celulares de seis em seis meses e computadores nem se fala, cada vez aparecem mais novidades em períodos menores.

Mesmo seguindo essa tradição de orientação familiar, em muitos casos sofremos a dor de ter um parente que não conseguiu vencer, embora não tenham faltado para ele condições financeiras e um ambiente de amor; pode ter sido dado o melhor a ele, mas isso não foi suficiente para torná-lo realizado. Na classe pobre, então, tudo é mais difícil; mesmo com trabalho árduo e amor no seio da família, muitas vezes o ambiente vai ficando cada vez mais propício à dor, pois as coisas não vão para a frente, a prosperidade não acontece.
O que temos visto no nosso mundo é só sofrimento e dor para ricos e pobres. Em todas as classes sociais, crianças têm sofrido abusos por pedófilos e acabam necessitando de acompanhamento psicanalítico.

O que é necessário para termos a verdadeira vida? Vamos a uma consulta grátis com o Mestre da Psicologia, Jesus, que diz: “Por isso vos advirto: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer, nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. PORQUE A VIDA é mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes” (Lucas 12.22,23).

Esse é o melhor ensinamento que a humanidade já recebeu, e muitos não dão atenção a essas mara­vilhosas Palavras; não vigiam com relação às suas crianças, que acabam correndo riscos e tendo sua vida marcada, manchada, quando caem na conversa de pedófilos aceitando balas, doces e bichinhos de pelúcia em troca de sua pureza e dignidade.

 

Quantos adultos também não caem na mesma arapuca? Ao invés de balas e docinhos, muitas mulheres são iludidas por um namorado só para poderem dizer que não estão sozinhas... Outras vezes, desejam a ilusão de uma aplicação de botox para disfarçar a tristeza do rosto…

Portanto, cabe a nós, pais e mestres, não somente ensinar nossas crianças, antes de tudo, a conhecer o Autor da Vida, Jesus, mas também a viver o que Ele nos ensina.


                                                                                             Ester Bezerra

 
     
 
Clique aqui e envie seu comentário.
 
     
Leia também outras mensagens
 

Grito de Socorro
Dezembro

Mais que terapia
Novembro

Fala que Eu te escuto
Outubro

Como Deus
Setembro

Avaliação
Agosto

O problema da jovem
Julho

O melhor dos melhores
Junho

E os de fora?
Maio

Como chamar a atenção
Abril

Páscoa não tem nada a ver com ovos!
Março

O mal ao nosso redor
Fevereiro

O que é preciso neste novo ano
Janeiro