A Parábola do Juiz Iníquo

O Senhor Jesus mencionou para os discípulos a parábola do juiz que não temia a Deus e muito menos se importava com os sofrimentos das pessoas. Contou sobre uma viúva que todos os dias vinha à presença do juiz mau e, insistentemente, implorava dizendo: Senhor, julga a minha causa! E ele nunca a atendia. Coitada! Ela devia estar numa situação muito difícil, talvez passando por um problema fi nanceiro. Durante muito tempo ela voltou e continuou rogando. Com isso, o iníquo juiz fi cou cada vez mais irritado com ela e disse consigo mesmo: Vou atender a essa mulher, para ela parar de molestar-me. Porém, o Senhor Jesus, com o intuito de ensinar aos discípulos o dever de orar sempre e nunca esmorecer, disse: “Considerai no que diz este juiz iníquo. Não fará Deus justiça aos Seus escolhidos, que a Ele clamam dia e noite, embora pareça
demorado em defendê-los?
” (Lucas 18.1-7).

Essa parábola nos traz duas grandes lições, o valor da oração e da perseverança. Se um homem insensível e indiferente aos direitos do próximo não resistiu à insistência e perseverança de uma viúva, como poderia Deus, que tudo pode, que nos ama e é rico em misericórdia, deixar de atender aos Seus fi lhos? Se a justiça dessa terra, mesmo com suas debilidades, ainda que com demora, acaba solucionando as questões judiciais, por que duvidar da Justiça do Altíssimo que é infalível? A perseverança em oração deve ser uma qualidade marcante na vida do cristão. Portanto, amigos, continuem pedindo por seus familiares, não desanimem, apesar de parecer que a resposta esteja demorando, pois a vitória é certa. Deus é o Juiz Justo!

 
 


Ester Bezerra

 
   
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