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Parábola da Vingança
Muitas são as pessoas que vivem desejando
mal às outras que abusaram delas e as fi zeram
sofrer. A natureza carnal é assim, não é fácil
para alguém engolir tamanha ofensa: já se tem
a resposta na ponta da língua para retribuir
aos insultos, quer seja recebido por alguém da
família ou de um amigo. Temos presenciado
muito isso entre crianças e adolescentes que
não querem ser provocados, nem fi car por baixo
em situações embaraçosas e, logo, o espírito de
vingança é sentido e praticado. Mas, o nascido
de Deus deve ter uma reação completamente
contrária a de pessoas assim, não cristãs.
Sabendo que viveríamos em um mundo
injusto, Jesus procurou ensinar aos discípulos,
e a nós também, como se comportar diante
desses problemas. Deu-nos O Espírito Santo,
O Consolador e Guia, para nos tornar pessoas
controladas, seguras, uma fortaleza contra toda
maldade: “Eu, porém, vos digo: não resistais ao
perverso; mas, a qualquer que te ferir na face
direita, volta-lhe também a outra; e, ao que quer
demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe
também a capa. Se alguém te obrigar a andar
uma milha, vai com ele duas.” (Mateus 5.39-41).
Isto nos foi pedido não para sermos taxados
de bobos, bananas ou sem sentimentos. Jesus
disse isto para que fossem manifestados os
frutos do Espírito Santo em nós, e para sermos
testemunhas do Seu poder. Este caráter divino
capacita-nos a compreender as pessoas, a sermos
relevantes e bondosos, e a agir com misericórdia
para com as pessoas sofridas.
Ele deseja que O imitemos e que façamos
a mesma obra Dele aqui na terra, pois Jesus
amou, perdoou e trouxe a paz. Ele pode nos
pedir isso, pois nos deu exemplo de compaixão
e misericórdia ao perdoar Pedro, o amigo que
o traiu; além de suportar todo o sofrimento
e peso dos pecados, carregados na cruz pela
humanidade. E você, querido(a) amigo(a), tem
consigo a prática dessa fé? Lembre-se que tudo
é possível ao que crê.
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