Contemplando a figueira

Chuvas, tempestades, tsunamis, terremotos, medo, ilusão, mortes, depressão, suicídios, assassinatos, abuso, vícios... Quanto mais notícias dão, mais eu penso no versículo “Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror...”
(Lucas 21.25,26).

Por tudo o que tem acontecido em todos os lados, é de se concluir que estamos nesses últimos dias. E aí eu penso: Será que todos estão vendo o que eu vejo, escutando o que eu escuto, sentindo o que eu sinto? Será que é mesmo hora para você ‘zoar’ com a sua vida? Você pode ser jovem, mas não é burro... Pense um pouco antes de se entregar às emoções passageiras que sempre o levam a uma noite de amargura.

É Páscoa, mas não para todos. Muitos tiram férias, outros comemoram, mas a verdade é que somente aqueles que escolheram entregar-se ao Senhor Jesus podem verdadeiramente tirar proveito dela. Os outros ficam comendo as migalhas que caem da mesa...

“Aprendei, pois, a parábola da figueira (Israel): quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas” (Mateus 24.32,33).



Na certeza,

 
 

Ester Bezerra

 
   
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