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A Páscoa e os 4 cálices

A Páscoa se aproxima e a maioria das pessoas não tem a menor ideia do que essa festa representa. Como sempre, uma celebração espiritual assumiu uma conotação comercial, com vendas de ovos de chocolate que nada tem a ver com o real sentido.
Em hebraico, Páscoa se diz Pessach, que significa passagem, para que o povo se lembre de quando Deus passou por cima das casas dos Filhos de Israel no Egito, livrando-os da morte.

Quando vossos filhos vos perguntarem: Que rito é este? Respondereis: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou por cima das casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu os egípcios e livrou as nossas casas. Êxodo 12.26,27

A celebração da Páscoa feita pelos judeus consiste em uma festa que dura a noite toda, na qual as famílias ficam comendo, conversando, recordando sua história, cantando, se alegrando e, a cada duas ou três horas, bebem um cálice de vinho. São quatro cálices que os judeus bebem, cada um com um significado espiritual.

O primeiro chama-se cálice da escravidão, para recordar que o povo foi escravo no Egito. O segundo chama-se cálice da libertação, comemorando a libertação do povo do Egito. O terceiro chama-se cálice da promessa. O quarto e último chama-se cálice do sofrimento.

Na noite em que o Senhor Jesus foi preso, antes de ir para o monte das Oliveiras, Ele estava comemorando a Páscoa, tomou os 3 primeiros cálices e saiu antes da festa terminar. Por isso Ele diz: …Meu Pai, se possível, passe de Mim este cálice! Todavia, não seja como Eu quero e sim como Tu queres. Mateus 26.39

Este cálice era o quarto, o do sofrimento. Ele sabia que tinha que sofrer para nos salvar. Por isso não foi possível passar o cálice. Muito grande é o Seu amor por nós!

Deus os abençoe!

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